© Nicola Di Nunzio

ROTA DO LAGO

PERCURSOS PEDESTRES

A Rota do Lago apresenta um rico e variado leque de paisagens. A presença do montado de sobro e azinho e de olival tradicional é uma constante ao longo do percurso. Áreas de mato com predominância da esteva coexistem lado a lado com campos abertos de pastoreio. A paisagem altera os seus tons durante o ano, oscilando entre os amarelos e castanhos do verão e outono, e os verdes do inverno e primavera.

Em época de chuvas, vários pequenos cursos de água cruzam o trajeto, sendo que o único ponto de água permanente se situa na barragem do Facho II, conhecida localmente como barragem da Vareta. É de salientar a pequena floresta de verdes intensos junto à base da parede do lago, que, conjuntamente com as margens repletas de vegetação, servem de albergue a um bom número de aves, destacando-se a presença do Açor (Accipiter gentilis), da cegonha branca (Ciconia ciconia), da águia calçada (Aquila pennata) e da garça real (Ardea cinerea).

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FICHA TÉCNICA

  •  Tipologia: Circular 

  • Distância: 19,1km

  • Desnível Acumulado: 222m

  • Duração Aproximada: 5h00

  • Grau de dificuldade: médio

  • Ponto Partida e Chegada: Cruzeiro de São Bento

  • Coordenadas Geográficas: N 37º 54’1.73’’   W 7º 24’10.02’’

  • Pontos de interesse: Cruzeiro de São Bento, Montado de Sobro, Matagais Mediterrânicos, Barragem da Vareta  

© Jorge Candeias

DESCRIÇÃO DO PERCURSO

 

O percurso tem início no Cruzeiro de São Bento, local de onde segue para oeste e cruza a estrada EM519. Aos 140 metros curva na direção sul, passando por vários montes alentejanos. Faz uma curva de noventa graus ao km 1,7 e muda a direção para oeste ao longo de 6,2 km, conduzindo o caminhante por uma área de sobreiros e azinheiras. O percurso segue depois para norte durante 3,3 km atravessando zonas de mato, pequenos cursos de água e charcas, até mudar a sua direção para este, ao quilómetro onze (11).

Nos seguintes 8000 metros, o PR vira a sul, depois a norte e retoma a direção este, enquanto percorre os meandros da barragem do Facho II, naquele que é o troço do percurso onde a natureza se manifesta de forma mais exuberante. Ao quilómetro dezanove (19) o trajeto termina onde começou, no Cruzeiro de São Bento, fazendo coincidir a parte final com a inicial, durante os últimos 140 metros.

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© Vasco Neves